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Adm. Bruno Santiago Swerts






quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Funcionários com valores diferentes geram conflitos em empresas

Edição do dia 16/11/2010
17/11/2010 00h24 - Atualizado em 17/11/2010 01h58

Funcionários com valores diferentes geram conflitos em empresas

O profissional que valoriza a experiência, o Baby Boomer, muitas vezes enfrenta problemas com a geração Y, jovens de até 30 anos com ideias novas e muita energia. Isso tudo pode deixar os mais velhos inseguros, principalmente a geração X, aquela que fica no meio das duas.

Fábio Turci São Paulo, SP
 
Quem vê o gerente de marketing da Boehringer Ingelheim, Sérgio Pacheco, trabalhando, pensa em quê? “Para mim, é um menino ainda”, diz o consultor de vendas da Boehringer Ingelheim, Carmelo Locateli.
Mas o "menino" chegou pra ser o chefe. “E aí aquele choque, poxa vida, eu, 47 anos, ter um gestor com 29, 28, como é que é isso?”, questiona Carmelo. “Isso é um nó, quando um Y chefia até um Baby Boomer”, afirma a presidente do Grupo Foco, Eline Kullock.

Sérgio é da geração Y, aquela dos jovens com 30 anos, ou menos, que têm pressa pra conseguir reconhecimento e crescimento profissional e que mudam de emprego com facilidade quando não estão satisfeitos. Carmelo faz parte dos "Baby Boomers", a geração de quem tem mais de 45 e valoriza a experiência, o tempo de empresa.

“É claro que é mais complicado você ter um rapaz mais jovem, uma moça mais jovem te chefiando, você fica meio frustrado. Gente, lembre-se que o Baby Boomer, o poder para ele é importante, o saber é tudo. Isso está na cabeça do mais velho, que tem certa dificuldade de aceitar”, fala Eline.

Quando existe conflito de gerações numa empresa, normalmente a geração Y está no meio. Esses caçulas do mercado de trabalho têm energia, desenvoltura, intimidade com a tecnologia. E isso tudo pode deixar os mais velhos inseguros, principalmente a geração X, aquela que fica no meio das outras duas. É a geração das pessoas com mais de 30 e menos de 45 anos, que viu os pais enfrentarem as crises da década de 80 e, por isso, trabalhou duro para ter segurança financeira.

“O X foi treinado, ele foi talhado a trabalhar e esperar um momento que seria o reconhecimento dele onde ele sobe um degrau. Ele tem medo de perder o emprego justamente pra pessoas que aparentam ter mais energia do que ele, que podem eventualmente trazer mais inovação e energia do que ele”, diz o presidente da Bridge Research, Renato Trindade.

Alessandro Lima, presidente de uma empresa, já viu isso com funcionários dele. “A gente já observou casos na empresa de pessoas da geração X que não aceitavam que uma ideia melhor, uma inovação surgisse da geração Y”, conta. O próprio Alessandro é um X, geração que valoriza muito a carreira, mas que vê os tempos mudarem.

“O que vai definir realmente promoção, ascensão na carreira, é a competência. Então, não é mais tempo de casa. Tempo de casa não garante mais nada”, explica o diretor de desenvolvimento humano da Serasa Experian, Milton Pereira. “Os X que abra o olho, porque os Y tão chegando com diploma atualizadíssimo”, completa Alessandro reconhece que, na empresa, os contemporâneos dele perderam a briga. “A gente prefere trabalhar com a geração Y por ela estar mais aberta a novos modelos de trabalho”, diz Alessandro.
Abertura é o que a Y gerente de projetos Roberta Rossatti espera do Alessandro, chefe dela. “Eu sinto essa necessidade de aprender junto com a empresa e de passar pra empresa tudo aquilo que eu consigo aprender. Mais do que a história da estabilidade, eu quero poder participar dos processos”, avisa.

O problema é quando essa participação vem de uma forma que os mais velhos não assimilam direito. Por exemplo: o jovem Y senta na mesa de trabalho e fica ouvindo música, navegando em redes sociais na internet. Um colega da geração X pensa que ele está só enrolando e não acha justo.

Na verdade, a geração "Y" é assim mesmo: faz várias coisas ao mesmo tempo, inclusive o trabalho. “Ele nasceu, cresceu, com estímulos, de música, internet, com amigos no colégio, isso vem para organização, é a extensão do dia a dia. É o que faz ele ter prazer, então ele está trabalhando aqui, é lógico, no seu local de trabalho, mas escutando uma música, escutando um som que ele gosta e isso só colabora, só estimula”, afirma o gerente executivo da Serasa Experian, Elcio Trajano.

Outra característica da geração Y é a pouca paciência para reuniões muito longas. O jovem tira o celular do bolso e começa a mexer, para passar o tempo. O pessoal mais velho acha falta de educação.

Quando o jovem Y quer falar com algum chefe, ele, muitas vezes, passa pelo gerente, normalmente da geração X, e vai logo à sala do diretor "Baby Boomer". O gerente X não gosta e reclama que o Y não respeita a hierarquia. “O X se apega um pouco na hierarquia, porque a hierarquia consolida o poder deles. Esse é um problema que tem que ser gerenciado, de insegurança da geração X”, explica Milton.

O conflito entre as gerações atrapalha a produção da empresa. O clima fica ruim. Chega ao extremo em que o jovem da geração Y é demitido ou pede demissão porque está insatisfeito. A empresa tem gastos, perde talentos e fica com a vaga aberta enquanto procura alguém para o lugar. E quem garante que a história não vai se repetir com o outro funcionário que for contratado?

“Tumultua e acaba fazendo com que o objetivo da empresa, que é olhar para fora, olhar para o mercado, olhar para o cliente, olhar o que está acontecendo, se transforme num conflito interno. Acho que a empresa que vai ser a empresa do futuro é a que conseguir conciliar todas as gerações no mesmo ambiente de trabalho”, diz Eline.

No caso de Sérgio e Carmelo, a conciliação veio com o tempo. Bastou que Carmelo visse o jovem chefe em ação. “O cara realmente tem capacidade, ele não está à toa no cargo que ele está”, fala Carmelo.
“A idade ela passa desapercebida quando você passa a olhar a competência técnica do profissional e aí a hierarquia não conta porque o objetivo é único”, diz Sérgio.

Sérgio também é chefe de outro Baby Boomer, Walmir, que ao mesmo tempo é quase um tutor para o jovem gerente. “Ele tem o arrojo, a impulsividade da juventude, e eu fico servindo como mais ou menos um guia ou um aparador da impulsividade dele. E nisso a gente acaba se completando”, fala o gerente de políticas de saúde, Walmir Guerra Caetano.

“Acredito que eu vou aprender muito com ele, e vice versa, também, acho que ele tem muito a aprender com a gente e a empresa só ganha com isso”. Fala Carmelo.

E o que as empresas estão fazendo pra que os conflitos entre as gerações tenham sempre um final feliz, assim? É o assunto da reportagem de amanhã.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Grupo Silvio Santos faz aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco PanAmericano

Grupo Silvio Santos faz aporte de R$ 2,5 bilhões no Banco PanAmericano

Por: Equipe InfoMoney
09/11/10 - 20h05
InfoMoney

SÃO PAULO - Em nota enviada ao mercado, o Banco PanAmericano (BPNM4) anunciou que o Grupo Silvio Santos, seu acionista controlador, realizou um aporte de capital de R$ 2,5 bilhões, obtidos através de operação contratada com o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) integralmente garantida por bens do patrimônio do grupo.
De acordo com o documento, o objetivo da operação é "restabelecer o pleno equilíbrio patrimonial e ampliar a liquidez operacional da instituição, de modo a preservar o atual nível de capitalização, em virtude de terem sido constatadas inconsistências contábeis que não permitem que as demonstrações financeiras reflitam a real situação patrimonial da entidade".
A notícia segue os rumores de que o Banco Central realizaria uma intervenção no banco. As especulações fizeram com que a ação do Banco PanAmericano fechasse este pregão com queda de 6,75% e engatilhasse outras baixas no setor, como Santander Brasil (SANB11, -5,59%) e BicBanco (BICB4-6,21%).
O capital social e o patrimônio líquido do banco não sofrerão qualquer alteração, já que os recursos serão lançados na conta "Depósito de Acionista". Não haverá também perda patrimonial, já que os ajustes serão cobertos pelo aporte. "A decisão reflete o compromisso do controlador com a rigidez da instituição, sua responsabilidade com o mercado e com a preservação dos interesses dos seus clientes, depositantes, fornecedores e colaboradores, além de preservar a integridade da atual participação dos demais acionistas", completa a nota do banco.

Mudanças na diretoria e no Conselho de AdministraçãoEm reunião realizada nesta terça-feira, o Conselho de Administração do Banco PanAmericano elegeu sua nova Diretoria Executiva. Celso Antunes da Costa assume o posto de Diretor Superintendente, e o restante da diretoria será formada por Ivan Dumont Silva, José Alfredo Lattaro, José Henrique Marques da Cruz, Raphael Rezende Neto, Celso Zanin, Eliel Teixeira de Almeida e Mário Ferreira Neto.
Também foi convocada uma Assembleia Geral Extraordinária para indicação dos nomes que constituirão o novo Conselho de Administração.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Top Of Mind revela marcas mais lembradas pelos consumidores

Top Of Mind revela marcas mais lembradas pelos consumidores

Coca, Hellmann's, Kibon, Omo, Philips e Volks se destacam nos 20 anos do prêmio

Juliana Welling, do
São Paulo - O prêmio Folha Top Of Mind revelou na noite desta terça-feira (26), em festa no HSBC Brasil, em São Paulo, as marcas mais lembradas pelos consumidores brasileiros em 52 categorias (40 delas em produtos diferenciados e 12 em categorias especiais).
Neste ano, o Top Of Mind comemora 20 anos de atividades. Sendo assim, o prêmio também anunciou ao mercado as seis marcas mais lembradas pelos consumidores durante as duas décadas do evento: Coca-Cola, Hellmann's, Kibon, Omo, Philips e Volkswagen.
Na categoria especial, as marcas consideradas “Top do Top”, isto é, as mais lembradas pelos consumidores, independentemente do seu setor de atuação, foram Coca-Cola, Nestlé, Nike e Omo. Em "Top Performance”, categoria que contempla a marca que mais se destacou em relação a 2009, foram Banco do Brasil e Colgate.
Já em “Top Feminino” (marca mais lembrada pelas mulheres) o xampu Seda foi o mais citado pelas consumidoras brasileiras. E a marca de pneus Pirelli foi a escolhida para a categoria “Top Masculino”.
A marca mais lembrada pelas pessoas de maior poder aquisitivo (“Top Classe A”) foi a Brastemp. A Kibon se destacou na categoria “Top Popular” como a marca mais lembrada pelos consumidores da classe C.
Na categoria especial “Top Família” a Rayovac foi considerada a marca mais lembrada pelas pessoas casadas e com filhos até 21 anos. Já a Natura e a marca Ypê foram as marcas que mais o público recordou sobre suas atuações no meio ambiente (“Top meio ambiente”).
As Top região Sul e região Sudeste foram, respectivamente, Tintas Renner e Casas Bahia. Em “Top região Nordeste” a marca mais lembrada foi a Primor. A marca com o maior número de citações na região Norte e Centro-Oeste foi a Mabel (Top região Norte e Centro Oeste).
As demais 40 categorias de produtos e as marcas de maior relevância em cada uma delas foram:
 
Aparelho de telefone celular: Nokia
Aparelho de TV: Philips e Semp Toshiba
Aspirador de pó: Arno
Notebook: Dell, LG, Samsung, Semp Toshiba e Positivo
Fogão: Brastemp e Dako
Geladeira: Consul
Carro: Volkswagen
Lavadora de roupa: Brastemp
Pasta de dente: Colgate
Fraldas descartáveis: Pampers
Sabonete: Lux
Protetor solar: Sundown
Aparelho de barbear: Gillete
Shampoo: Seda
Desodorante: Rexona
Cerveja: Skol
Chocolate: Nestlé
Leite: Ninho, Parmalat e Itambé
Maionese: Hellmann's
Margarina: Qualy
Adoçante: Zero Cal
Azeite: Gallo
Refrigerante: Coca-Cola
Sorvete: Kibon
Biscoito: Bauducco, Mabel, Passatempo, Trakinas e Fortaleza
Sabão em pó: Omo
Combustível: Petrobras
Pilha: Rayovac
Pneu: Pirelli
Tinta de parede: Suvinil
Banco: Banco do Brasil
Caderneta de poupança: Caixa Econômica Federal
Cartão de crédito: Visa
Operadora de celular: Vivo
Plano de saúde: Unimed
Seguros: Bradesco Seguros
Companhia aérea: TAM
Loja de móveis e eletrodomésticos: Casas Bahia
Material esportivo: Adidas
Supermercado: Carrefour e Extra

Criado para o jornal Folha de S. Paulo pelo Instituto de Pesquisa Datafolha, o prêmio é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com a população adulta brasileira. O estudo foi produzido com base em mais de 5 mil entrevistas, divididas em duas amostras com homens e mulheres, com idade igual ou superior a 16 anos, de todos os níveis sociais e escolaridades.


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Minuto do Administrador: Gestão Financeira na Microempresa



CLIENTE:         Conselho Regional de Administração de Minas Gerais – CRA/MG
RÁDIO:            CBN
SPOT:              75"
Minuto do Administrador

Você que é micro empreendedor sabe exatamente como anda a saúde financeira da sua empresa? É preciso muita atenção com o modelo de gestão que você utiliza.
Primeiramente, é recomendado montar um orçamento com a previsão de receitas e despesas do mês em períodos diários. Com esse planejamento, vai ser possível saber os dias em que vai ocorrer sobra ou falta de caixa e programar ações gerenciais para cada situação.
A organização com planilhas, plano de contas, conciliações bancárias são medidas essenciais. Assim como gerir diariamente as finanças. Elabore relatórios em que você confronte seu planejamento com o que foi realizado. Além disso, controle sua inadimplência, tenha cuidado com o excesso de estoque, analise seu ciclo operacional e de conversão de caixa e não se esqueça do capital de giro.
Por fim, exija o máximo de eficácia de seus colaboradores em todos os processos. Esse é um grande passo para a redução de perdas e uma boa saúde financeira da sua empresa.


Este tema é uma contribuição do Administrador Bruno Santiago Swerts.

Pequenas sugestões podem gerar bons resultados. Por isso, participe. Visite nosso site: www.cramg.org.br. E, se quiser saber mais, consulte um administrador!

O Minuto do Administrador é um programa de rádio que tem o objetivo de divulgar as técnicas da Administração e de dar maior visibilidade ao Administrador.    
   
 Atualmente, ele é veiculado, semanalmente, em Belo Horizonte, na Rádio CBN (106,1FM), de 2ª a 5ª, entre 18h e 19h; em Nova Serrana, na Rádio Liberdade 98,7 FM, de 2ª a 5ª, às 11h45; em Coronel Fabriciano, na Rádio Educadora FM (107,1), de 2ª a 6ª, às 12h; e em Mantena, na Rádio Líder FM 87,9, de 2ª a sábado, às 9h30. (Fonte: CRA/MG)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Gestão financeira na microempresa



Você que é micro empreendedor sabe exatamente como anda a saúde financeira da sua empresa? Muita atenção com o modelo de gestão que você utiliza.
Primeiramente elabore um orçamento com a previsão de receitas e despesas para o mês a iniciar divididos em períodos diários. Com esse planejamento você saberá os dias em que poderá ter sobra ou falta de caixa e programar ações gerenciais para cada situação. É aconselhável que as sobras de caixa sejam destinadas a aplicações de curto prazo com liquidez imediata, ou seja, sua aplicação vira dinheiro a qualquer momento. Para os períodos de falta ou escassez de caixa é sugerido o resgate de aplicações de curto prazo, desconto de duplicatas e cheques em bancos, capital de giro rotativo e empresas de factoring. Nesta fase de planejamento não se esqueça de avaliar os custos envolvidos em cada tipo de operação.
Vamos aprofundar a análise do fluxo de caixa observando com atenção os períodos de maior desembolso de recursos, após essa análise observe o tipo de desembolso (fornecedores, funcionários, matéria prima etc). Muitas empresas programam datas fixas para determinados pagamentos. Agora analisaremos nossas principais datas de recebimento: cartões de crédito e débito, recebimento de serviços prestados ou produtos vendidos. Com essas informações avalie seu prazo médio de pagamento e seu prazo médio de recebimento, o ideal é pagar com prazos maiores e receber com prazos menores. Portanto, negocie sempre com seus fornecedores e incentive seus clientes a pagar à vista.
Como dito anteriormente receitas e despesas ocorrem em datas variadas, por esse motivo muitas empresas enfrentam dificuldades de honrar seus compromissos nas datas de vencimento. Por esse motivo cada empresa deve se preocupar em determinar o capital de giro ideal para seu segmento. O capital de giro ou capital circulante é o recurso que financiará o ciclo operacional das empresas.
Anteriormente analisamos as previsões de desembolsos e receitas, partiremos agora para a identificação e solução da inadimplência. Dois pontos principais para receber o que está em atraso: 1) Saiba o que e quem estão devendo. Tenha controle sobre os créditos concedidos e para quem você concedeu crédito. 2) Cobre. Somente com abordagem ativa de cobrança é que sua empresa obterá êxito. Analise sistematicamente o índice de inadimplência, o mesmo é encontrado dividindo as receitas em aberto por período pela receita total emitida no período. O resultado é um índice, basta multiplicar por 100 para obter o percentual de inadimplência. Uma dica é pesquisar sobre esse índice em empresas do mesmo segmento.
Organize-se. Elabore planilhas, monte um plano de contas, faça conciliações bancárias, detalhe ao máximo todos seus custos e despesas. Saiba em detalhes como e para onde os recursos da sua empresa estão sendo investidos. Lembre-se “quem não sabe quanto custa, não sabe quanto cobra.” Mantenha um controle preciso do preço de compra de sua matéria-prima e de produtos para revender. Outro ponto é o custo da recompra, ou seja, podem ocorrer variações significativas de preços no decorrer do tempo, certifique-se que sua empresa poderá repor o estoque com os novos preços.
Portanto, gerencie diariamente suas finanças. Elabore relatórios em que você confronte seu planejamento com o que foi realizado, controle sua inadimplência, cuidado com o excesso de estoque, analise seu ciclo operacional e de conversão de caixa e não se esqueça de atenção com o capital de giro.
Por fim exija o máximo de eficácia de seus colaboradores em todos os processos da empresa, esse é um grande passo para a redução de perdas e uma boa saúde financeira da sua empresa.

Adm. Bruno Santiago Swerts

Artigo publicado no site do Conselho Regional de Administração de Minas Gerais (CRA/MG)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Visão 360º para empreender por Eike Batista

Visão 360º para empreender

Parte I

Grande parte dos empresários e empreendedores leva em conta apenas dois ou três vetores estratégicos quando pensa seus projetos. Olham a parte financeira. Qualquer empreendimento exige recursos, isso é natural. Estudam as questões legais, acionam a área jurídica. Tocam os projetos de engenharia, fazem cálculos, compram ativos. Muitas vezes, a partir daí, entretanto, não conseguem dar foco a outros elementos que também afetam o negócio – e são fundamentais para o seu sucesso!

No nosso grupo, criamos um processo de empreender, disseminado internamente, chamado Visão 360º (clique aqui para visualizar). De maneira simplificada, trata-se de um quadro esquematizado, com oito áreas ou oito tipos de engenharias, como preferimos chamar: engenharia de pessoas, financeira, jurídica, política, logística, ambiental e social, de marketing, além da própria engenharia da engenharia. Elas precisam ser tocadas ao mesmo tempo, sem descuido de nenhuma parte.

Por motivos variados, o empreendedor brasileiro acaba tendo dificuldade em trabalhar todos estes vetores ao mesmo tempo. Não é fácil. Muitas vezes, até na ânsia de tirar o projeto do papel, na sensação do “quero empreender, quero empreender”, alguns aspectos importantes, ou algumas das engenharias, acabam ficando em segundo plano.

De repente, uma engenharia fiscal inadequada não permite antever uma taxação não percebida, prejudicial ao planejamento do empreendimento. Quantas vezes uma loja num shopping center não prospera porque, talvez numa avaliação rápida, não se levantou com precisão quantas lojas do mesmo setor havia? Faltou engenharia de marketing? Mesmo que esteja abrindo um estabelecimento comercial de menor porte relativo, uma padaria, por exemplo, o empreendedor tem de saber que está numa comunidade, formada por diferentes grupos, que precisam ser conhecidos, compreendidos, como parte relacionada direta ou indiretamente com o empreendimento.

A imagem da nossa Visão 360º permite identificar as várias engenharias que precisam ser executadas em cada empreendimento. Nas paredes do nosso grupo, temos alguns quadros reproduzindo esta esquematização. Acho mesmo que todo mundo deveria ter um material assim. Talvez um quadro na frente, um slide no computador, para ver e se perguntar, regularmente: “Eu já olhei isso?”, “Eu já prestei atenção neste ponto?”, “Vislumbrei todos os aspectos?”. E a importância dessa atenção redobrada é muito simples: as pessoas, às vezes, esquecem detalhes! Então, olha para o esquema de Empreender 360º e checa cada item!

 
Parte II

Alguns conceitos básicos permeiam as oito formas de engenharias que concebemos ao longo de cada empreendimento, conforme nossa Visão 360º (clique aqui e veja a imagem). São atributos que também aparecem na imagem ao lado. Em maior ou menor grau, estão relacionados a todas as engenharias que precisam ser executadas durante cada projeto.

De maneira resumida, é preciso ter Paixão pelo que se faz, Humildade e Trabalho em Equipe, junto à clareza de que o sistema de avaliação é por Méritos.

Pensar Grande os projetos e Perseverar.

Dividir Resultados Financeiros dos projetos com os colaboradores internos e investidores, além de Oferecer à sociedade programas sustentáveis para as áreas econômica, social e ambiental.

Honrar o Capital de Risco, que acredita e investe nos projetos, cumprindo o prometido e buscando, sempre, superar metas.

Enfrentar e superar obstáculos no caminho, se reposicionando de forma veloz e eficaz, sempre que necessário.

Nestes casos, atenção ao slogan: “Stop Loss” ou, de maneira simplificada, em português, parar um projeto ou iniciativa que esteja dando errado e mudar o rumo.

Atuar com Transparência e Ética junto a todos as comunidades relacionadas à empresa e seus projetos, dos empregados e investidores às populações locais, autoridades públicas, imprensa, organizações, entidades representativas, a sociedade em geral.

Fluidez no desenvolvimento dos projetos e incentivo à capacidade de Liderança.

E, mesmo tomando todos os cuidados anteriormente descritos, às vezes é preciso uma pitada de Sorte, sempre ajuda.

Eike Batista
 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

O papel social da economia

O papel social da economia


Vamos pensar nas aventuras que vivenciamos na década de 80, quando se tentou, de inúmeras formas, vencer a inflação por meio de planos mirabolantes

Por Eduardo Pocetti, http://www.administradores.com.br/
<disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/o-papel-social-da-economia/37532/>

Oportunidades de ascensão social, acesso universal à saúde e à educação de qualidade, crédito fácil e rápido para a realização imediata de sonhos e projetos de vida, taxas pífias de desemprego e menor desigualdade social: estes são alguns dos sonhos comuns a todos os brasileiros, e não há eleição em que os candidatos não saibam explorá-los muito bem.

Na enxurrada de promessas, fica de lado uma questão crucial: como construir esse "novo mundo"?

Com certeza, as boas intenções não bastam. Qualquer processo de transformação deve passar, necessariamente, pelo sistema econômico que se estabelece, por primazia, na tentativa de conduzir a atividade econômica por um caminho, digamos, "virtuoso". Dessa forma, a economia passa a ter esse poder de melhorar ou prejudicar não apenas um quadro geral, de alcance macro, e por isso mesmo um tanto abstrato, mas também as vidas reais dos indivíduos.

Vamos pensar nas aventuras que vivenciamos na década de 80, quando se tentou, de inúmeras formas, vencer a inflação por meio de planos mirabolantes. O que os planos econômicos da época, com suas propostas milagrosas e sucessivas mudanças de moeda, significaram para a imensa maioria dos brasileiros? Perda de emprego, queda de rendimentos, incertezas quanto ao futuro. Pequenos empreendedores foram massacrados, investidores estrangeiros ficaram temerosos e os jovens se viram completamente perdidos, sem perspectivas. A economia mal conduzida resultava, portanto, em dramas humanos reais, dos quais podemos encontrar exemplos concretos bem pertinho de nós.

Por isso, acima de quaisquer siglas, cores ou bandeiras partidárias, os candidatos que ora disputam a Presidência da República devem se comprometer com a estabilidade e com a gestão responsável. E dessa gestão responsável faz parte a atenção às questões sociais.

A ciência econômica moderna pressupõe a inclusão da esfera social, ou, para usar a linguagem mais corrente nos dias de hoje, deve contemplar a questão da sustentabilidade. Devemos, portanto, aprimorar o modelo vigente considerando que o elemento humano e a questão ambiental encontram-se indelevelmente atrelados ao desempenho econômico. Não há prosperidade que resista a problemas estruturais profundos; ao mesmo tempo, a manutenção de uma constante e elevada taxa de crescimento é condição indispensável para a melhoria das condições de vida da população.

Por isso, o próximo – ou próxima – governante do País tem de assumir um compromisso tácito com a realização de investimentos, com a prática de uma política financeiro-cambial consequente, com o aprimoramento das políticas de distribuição de renda e com a adoção de medidas que preparem o Brasil para o futuro – e isso abrange desde as necessárias melhorias em infraestrutura (portos, aeroportos, energia, telecomunicações, saneamento básico) até o aprimoramento da educação, sem a qual o Brasil correrá o risco de "ficar para trás" nestes tempos de aguerrida competição global.

Eduardo Pocetti - é CEO da BDO, quinta maior rede do mundo em auditoria, tributos e advisory services.

Empreendedorismo: Cinco passos para abrir um negócio e fazê-lo funcionar

Empreendedorismo

Cinco passos para abrir um negócio e fazê-lo funcionar






Richard Branson,
<disponível em: http://portalexame.abril.com.br/negocios/richard-branson/cinco-passos-abrir-negocio-faze-lo-funcionar-540612.html>

Sempre me perguntam se tenho um segredo ou, pelo menos, se tenho uma resposta confiável em vista de tantos negócios bem-sucedidos que já montei na minha carreira. Decidi então passar um tempo pensando quais seriam as características dos inúmeros empreendimentos de sucesso da Virgin e, principalmente, que coisas deram errado porque simplesmente não fomos capazes de interpretá-las do jeito certo. Depois de refletir sobre tudo o que se passou nesses 40 anos, cheguei a cinco "segredos".

1) Faça o que lhe dê prazer

Abrir uma empresa exige muito trabalho, requer muito do seu tempo, por isso é importante gostar do que se faz. Quando comecei a Virgin no apartamento que tinha no subsolo de um prédio na zona oeste de Londres, não pensava em construir um império. Minha ideia era criar algo que me desse prazer e pagasse minhas contas. Não havia nenhum grande plano ou estratégia. O nome da empresa, por exemplo, me veio enquanto eu pensava em outras coisas. Uma noite em que bebia e conversava com uns amigos, decidimos chamar nosso grupo de Virgin, porque éramos todos novos no negócio. O nome pegou e tinha um certo apelo. Para mim, montar uma empresa significa fazer algo de que eu possa me orgulhar, é reunir gente de talento e criar uma coisa que vai fazer diferença na vida das outras pessoas. Um homem ou uma mulher de negócios não é muito diferente de um artista. No início, a empresa não passa de uma tela em branco. Você tem de preenchê-la. Assim como o artista quer que tudo fique no seu devido lugar na tela, nos negócios todos os pequenos detalhes têm seu lugar certo para que o empreendimento seja bem-sucedido. Contudo, diferentemente de uma obra de arte, uma empresa é sempre uma obra inacabada. Ela evolui constantemente. A pessoa que abre uma empresa disposta realmente a fazer diferença na vida dos outros, e consegue, paga suas contas e tem nas mãos um negócio de sucesso que deverá tocar dali para a frente.

2) Crie uma coisa que se diferencie

Não importa se o que você tem é um produto, um serviço ou uma marca. Não é fácil, atualmente, abrir uma empresa, sobreviver e prosperar. Na verdade, é preciso fazer alguma coisa sem dúvida muito diferente para deixar uma marca no mundo de hoje. É só prestar atenção e ver quais foram as empresas de maior sucesso nos últimos 20 anos. A Microsoft, Google ou a Apple, por exemplo, abalaram todo um segmento com coisas que jamais haviam sido feitas, e elas continuam inovando. Hoje estão entre as grandes forças dominantes.

3) Crie algo que encha de orgulho todos os que trabalham para você

Empresas, de modo geral, são formadas por grupos de pessoas. Elas são o que você tem de mais importante.

4) Seja um bom líder

Como líder, você precisa ser um bom ouvinte. É claro que deve saber o que quer, mas não faz sentido impor seu ponto de vista sobre os outros sem antes discuti-los um pouco. Ninguém tem o monopólio das melhores ideias ou dos conselhos mais geniais.

Saia da toca, ouça o que as pessoas têm a dizer, reúna seu pessoal, aprenda com eles. Como líder, você precisa também aprender, e muito bem, a elogiar as pessoas. Nunca critique ninguém abertamente; jamais perca a paciência, e sempre elogie prodigamente um colega que tenha feito um belo trabalho.

As pessoas desabrocham quando são elogiadas. Em geral, ninguém precisa dizer a elas quando cometem algum erro, porque elas quase sempre sabem que erraram. Se alguém não estiver trabalhando bem, não o demita sem mais nem menos. Acredite, uma empresa pode funcionar como uma família. Portanto, veja se há outra função dentro da companhia mais de acordo com o perfil daquela pessoa. Na maior parte das vezes, há sempre uma função adequada para cada tipo de personalidade.

5) Mantenha a visibilidade

Um bom líder não fica enfiado atrás da mesa. Eu nunca fui de trabalhar em escritório. Sempre trabalhei em casa, mas saio por aí e faço contato com as pessoas. Parece que estou viajando o tempo todo, mas tenho sempre um caderno no bolso de trás da calça para anotar perguntas, preocupações ou boas idéias.

Quando estou a bordo de um avião da Virgin Atlantic, faço questão de conhecer toda a equipe e o maior número possível de passageiros. Basta você conversar com a tripulação de qualquer aeronave da Virgin Atlantic para ouvir no mínimo dez sugestões ou ideias. Se eu não anotá-las, talvez me lembre de uma apenas no dia seguinte. Ao anotá-las, lembro-me de todas as dez. Levante-se, cumprimente todos os passageiros do avião, porque fatalmente vai aparecer alguém que teve um problema ou que tem uma sugestão. Anote-a, não se esqueça de anotar o nome da pessoa, peça o e-mail dela e dê-lhe uma satisfação já no dia seguinte.

É claro que procuro sempre contratar diretores gerentes que tenham essa mesma filosofia. Desse modo, podemos administrar um grande grupo de empresas do mesmo jeito que o dono de um pequeno negócio administra uma empresa familiar, isto é, com responsabilidade e amizade.

Quando a gente começa um negócio do zero, a palavra chave durante muitos anos é "sobrevivência". É difícil sobreviver. No começo, você não tem tempo e nem energia para se preocupar em salvar o mundo. Você simplesmente luta para garantir que não vai desapontar o gerente do seu banco e para pagar as contas. Em outras palavras, você tem de se concentrar exclusivamente na sua sobrevivência.

É lógico que, se você não sobreviver, lembre-se de que a maior parte das empresas acaba fechando as portas, e as melhores lições a gente aprende com o fracasso. Não se deixe abalar demais. Levante-se e tente de novo!

45 anos da Administração: mais um ano de vida e muita coisa pela frente

45 anos da Administração: mais um ano de vida e muita coisa pela frente


Em 2010 os administradores comemoram os 45 anos da regulamentação da profissão, com um cenário cheio de dinamismo, mudanças e novas ideias pela frente.

Por Idalberto Chiavenato
<disponível em: http://administradores.com.br/informe-se/artigos/45-anos-da-administracao-mais-um-ano-de-vida-e-muita-coisa-pela-frente/47737/>

Toda a classe de administradores está comemorando no dia 9 de setembro o 45º aniversário da criação da nossa profissão. Foi o dia em que os nossos legisladores reconheceram legalmente a profissão de técnico de administração com a inicial tônica operacional a respeito do nosso trabalho.

Logo a seguir veio a correção legal e passamos de simples técnicos à certificação como administradores abrindo alas para todo o nosso incrível potencial de influenciação e dinamização de decisões e ações de que hoje nos orgulhamos. Agora somos uma respeitada e respeitável categoria social e profissional. Mas ela precisa estar ainda cada vez mais unida e coesa, mais integrada e presente para poder cobrir todos os espaços disponíveis e possíveis e até agora não preenchidos à sua frente.

Mais um ano de vida e mais realizações pela frente. Mas não podemos nos esquecer do trabalho solidário e da ajuda mútua aos nossos colegas administradores em termos de intercâmbio de idéias, conceitos, modelos, práticas e experiências bem-sucedidas. Além do profissionalismo precisamos também compartilhar nossas vitórias e sucessos para alavancar as vitórias e sucessos de nossos colegas administradores.

Temos uma bandeira comum, valores a defender, ética e responsabilidade. Estamos avançando em senso estratégico, liderança, renovação cultural e espírito de equipe dentro de nossas organizações. Mas precisamos criar sinergias em nossos relacionamentos profissionais como classe ou categoria que deve se fortalecer cada vez mais. Podem até chamar a isso de espírito corporativista ou a denominação que estiver mais próxima ou apropriada.

O que quero ressaltar é que como administradores nós precisamos estar sempre na frente, definindo rumos, metas e objetivos, abrindo horizontes, buscando novas oportunidades, incentivando a colaboração espontânea das pessoas sob nossa direção, desenvolvendo talentos e lideranças, provocando a inovação e gerando valor e riqueza para assegurar competitividade organizacional e sustentabilidade em todos os sentidos.

Para tanto, temos uma tarefa complexa e dinâmica em um caminho espiral cada vez mais abrangente e sem fim. Além do profissionalismo precisamos também começar a desenvolver cada vez mais o espírito de equipe e de coleguismo com nossos colegas administradores, principalmente os mais jovens e neófitos. E isso significa ampliar nossa rede de relacionamentos profissionais não somente para manter as amizades e a camaradagem social, mas principalmente para desenvolver reciprocidade e ajuda profissional mútua.

Coaching e mentoring estão por ai. Muitos colegas administradores precisam ter a confiança e a certeza de que nas situações complexas que enfrentam e nas decisões abrangentes e incertas eles podem contar com conselhos, ideias e até palpites de colegas mais experimentados que tenham tempo disponível para ajudá-los em suas dúvidas ou perplexidades. Essa é a prestação de um serviço social de aconselhamento e orientação profissional com a qual cada um de nós pode ajudar a melhorar o desempenho individual de nossos colegas e conseqüentemente a imagem da nossa categoria em seu conjunto como um todo.

Precisamos também colaborar cada vez mais com nossas entidades representativas, principalmente os Conselhos Regionais de Administração e se possível, também com as universidades para ajudar na formação de novos administradores. Em resumo, precisamos ampliar e expandir nossos horizontes de influenciação para deixar indelevelmente as marcas de nossa presença como administradores.

A Administração está em todos os lugares e em todos os cantos do planeta. Sem ela as organizações em geral e as empresas e empreendimentos em particular não alcançariam suficiente competitividade e sustentabilidade no dinâmico, competitivo e complexo mundo dos negócios de hoje. Ela é fundamental na gestão empresarial, na gestão pública e em qualquer tipo de negócio concentrado ou disperso, físico ou virtual. E precisa levar em conta a mudança, transformação e volatilidade que impera neste mundo globalizado e mutável. Se vivêssemos em uma era de estabilidade e manutenção do status quo certamente tudo seria mais fácil.

Mas, o mundo da Administração requer aprendizagem e renovação constante, novos conhecimentos, habilidades e competências.

Idalberto Chiavenato

  • Fundador e Presidente do Instituto Chiavenato, Idalberto Chiavenato é Doutor (PhD) e Mestre (MBA) em Administração pela City University of Los Angeles-CA, EUA, especialista em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP e em Direito pela Universidade Mackenzie.

  • É professor honorário de várias universidades do exterior e renomado palestrante ao redor do Mundo.

  • É reconhecido autor de 39 livros abordando Administração, Recursos Humanos, Estratégia Organizacional, Comportamento Organizacional publicados no Brasil e no exterior.É conselheiro do CRA-SP e membro vitalício da
  • Academia Brasileira de Ciências da Administração ocupando a cadeira nº 47. Recebeu dois títulos de Doutor Honoris Causa por universidades latino-americanas e a Comenda de Recursos Humanos pela ABRH-Nacional


Atividades
Fundador e atual presidente do Instituto Chiavenato, conselheiro do Conselho Regional de Administração de São Paulo e candidato na chapa de Roberto Cardoso á vice-presidência do Conselho Federal de Administração em 2011, Idalberto Chiavenato é reconhecido e solicitado palestrante por todo o Brasil, América Latina, Portugal e países de língua portuguesa na África. Ganhador da comenda de Recursos Humanos da ABRH-Nacional e Doutor Honoris Causa na América Latina continua produzindo suas pesquisas e conceitos em administração através de seus livros, muitos deles Best-seller de suas áreas como Teoria Geral da Administração, Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico.


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